No dia 21 de maio de 2022, reuniram-se os membros da ASCESA no espaço da nova sede, no bairro Partenon. O encontro foi o desdobramento de um anterior, realizado no dia 12 de maio, com o objetivo de visitar e reconhecer inicialmente o espaço para a instalação da nova sede. Após a visita, ficou acertado a realização da segunda etapa da Oficina “A Casa Que Queremos”, para aprofundar a visualização da sede como um espaço acolhedor e adequado para a realização da Missão da ASCESA.

A segunda etapa da oficina, realizada neste dia 21/05, objetivou pensar sobre como desejamos ocupar e transformar o espaço em um lar para a ASCESA, considerando que uma casa, um lar, é muito mais que um espaço físico, mas tudo que ele abriga e todos os processos afetivos que a ele se vinvula; e que a rua, o bairro e a própria cidade devem ser considerados como extensões da casa.

As participantes refletiram sobre a transformação do espaço a partir de um jogo de montar, para visualizar de forma lúdica, esse lar. Após jogar e brincar, fizemos uma roda de conversa a partir do exercício, onde foi destacado os seguintes pontos:

A CASA QUE QUEREMOS!

  • A casa representa um “abraço”, de portas sempre abertas para acolher.
  • A casa precisa ter cozinha, árvores e plantas, brinquedos para as crianças. Também uma mesa para estudos, trabalho e refeições.
  • A casa precisa ter sustentabilidade, alegria e solidariedade, através da prestação de serviços à comunidade.
  • Tem que ter uma pracinha para as crianças brincarem, ter horta e contato com a natureza para trabalhar a educação ambiental.
  • A casa que queremos tem setores internos, todos ligados; tem uma organização interna dos espaços.
  • A casa precisa ter uma dinâmica circular, de trocas e que as pessoas saibam se ouvir.
  • Sabemos que se trata de um espaço cedido (inventário do Sr. Avelino Bertocello, em memória), então é importante respeitar a ancestralidade do lugar na ocupação do espaço.

Estrutura física:

  • Recepção, bazar e uma salinha de reunião;
  • A segunda salinha seria um almoxarifado e espaço de guarda de documentos;
  • Porão: fazer a instalação do banheiro e dividir em dois ambientes principais. Um ambiente seria para todos os atendimentos. O outro espaço, seria para artes e reuniões maiores, formação. Em um cantinho ficaria uma pia, um armário horizontal, para organizar uma refeição.
  • Cozinha experimental, fazer o possível dentro do espaço que temos;
  • Piso antiderrapante, para cuidar da segurança;
  • A casa se pintada com as cores da ASCESA;
  • Acessibilidade: ter uma rampa para entrar na casa e descer no porão;
  • Pintar a fachada com as 3 cores da ASCESA, na vertical, com 3 faixas de cores;
  • Colocar um sol na casa, um desenho em perspectiva do sol;
  • Na lateral, fazer o plantio de chá. E ter flores coloridas na fachada;
  • Adaptar o jardim, para ter a configuração de um Relógio do Corpo, de acordo com a energia do Sol e a força das plantas.
  • Importância da nutrição e da arteterapia terem espaços relevantes na sede.

Leandro sugere ainda que se faça, depois que a ASCESA estiver bem instalada no espaço, uma terceira etapa da Oficina “A Casa Que Queremos”, com o tema dos “Territórios de Atuação” da ASCESA, usando mapeamentos e cartografias, para entendermos os desafios do lugar onde passaremos a atuar, e também descobrir suas potencialidades.

Por fim, foi feita uma reunião para reorganizar o cronograma de encontros: Os encontros do Conselho Gestor passarão a ser bimestral e seguiremos com os encontros gerais mensais, trabalhando o tema “Cura”. Antes, faremos dois encontros de mutirão, para que o espaço já tenha condições mínimas de receber os membros da ASCESA.

Segue, abaixo, mais fotos dos encontros:

Leandro Silva (pelo Departamento de Comunicação da ASCESA).

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